brewOS

Software de produção
para quem faz cerveja.

Receitas, dia de brassagem, a adega, o envase, a análise sensorial e quando cada cerveja precisa ser produzida. Em cinco idiomas, no celular que está no seu bolso.

Um mestre cervejeiro ao lado de um fermentador

É quinta-feira. A folha presa no FV3 diz dia nove, escrito a marcador, e ninguém tem certeza se são nove dias desde a brassagem ou nove dias desde que a cerveja foi transferida. O quadro branco perto da porta estava certo na segunda. Seu cervejeiro-chefe está de folga hoje, e as leituras dele estão no caderno dele.

É o que acontece quando uma cervejaria cresce além do que uma pessoa consegue guardar na cabeça.

Um cervejeiro escrevendo a marcador numa folha de fermentação dentro de um plástico, presa com abraçadeira a um fermentador

“Agora é outra pessoa que faz as leituras.”

Seis da manhã, uma pessoa, todos os tanques. Densidade, temperatura, pressão, uma olhada no krausen. Os números que dizem o que cada cerveja da casa está fazendo — e que acabam num caderno no bolso de trás de alguém.

As leituras entram pelo celular, junto ao tanque — densidade, temperatura, pH se você quiser — e cada uma leva o nome de quem a fez, a partir do login.

Alguém digita 1,012 quando queria dizer 1,021. Os dois são plausíveis, por isso ninguém percebe, e por isso a cerveja quase vai para o cold crash três dias antes da hora. Você corrige, e o primeiro número fica no registro ao lado da correção. Nada do que você anota desaparece em silêncio.

Sem sinal entre os tanques? A leitura espera no celular e chega quando ele volta a se conectar.

Uma cervejeira junto a um fermentador, registrando uma leitura no celular

“Ninguém olha o FV4 desde sexta.”

Muita cerveja ruim começa aqui. Não com um desastre — com um tanque cujo registro ninguém abriu, uma temperatura que escapou durante o fim de semana, uma fermentação que parou há três dias.

O BrewOS abre no que precisa de você. Um tanque sem leitura há dois dias em fermentação primária. Uma temperatura a mais de 2 °C do que a receita pede para aquela etapa. Uma fermentação que caiu menos de 0,2 °P em dois dias e três leituras enquanto ainda está bem longe da densidade final — e ele diz há quantos dias.

Ele diz qual tanque. Não diz o que fazer a respeito — você sabe coisas que ele não sabe. E onde a sua receita não define um alvo, ele não aponta nada, em vez de inventar um.

Uma cervejeira com a palma da mão apoiada na lateral de um fermentador, olhando o tanque de baixo para cima

“Esta batelada não tem o mesmo sabor da anterior.”

Ou tem, e você não consegue provar.

A maioria das cervejarias não tem painel. Tem o mestre cervejeiro, que prova e decide — o que funciona até a manhã em que alguém discorda e a sala resolve pela ordem de quem falou primeiro.

Faça um teste triangular e deixe os números responderem. Os provadores entram pelo próprio celular com um código, sem login, e cada amostra leva um código cego. Sete métodos, do teste de diferença simples ao esquema DLG, cada um calculado a partir das respostas.

O que vai para o painel é decisão sua — esta batelada contra a anterior, um teste contra a versão da casa, a sua cerveja contra aquela com que todo mundo vive comparando.

E se você nunca fez um direito, o guia está ali mesmo — método por método, com exemplos resolvidos, tabelas de referência e notas de orientação. Em cinco idiomas.

Quatro provadores a uma mesa numa sala limpa, com copos plásticos codificados e fichas de resposta

“Voltou um barril e não sabemos de que tanque ele saiu.”

Digite o número de lote do rótulo, exatamente como está impresso. Você vê o tanque de onde ele saiu, o dia em que foi envasado e para onde foi o resto daquele lote.

O estoque na câmara fria não é um número que alguém vive sobrescrevendo — cada barril na prateleira remete à rodada de envase que o encheu e a tudo o que aconteceu com ele desde então, com a data de envase e a idade em dias.

Um cervejeiro rolando pelo chão da cervejaria um barril que voltou

“Estamos discutindo se compramos mais um fermentador.”

E ninguém tem um número para decidir, então a decisão sai em novembro, sob pressão, no palpite.

Lance os pedidos e as datas que você prometeu. O BrewOS faz a conta de trás para frente pelas etapas de cada receita — contra as suas horas de brassagem, cada tanque por onde a cerveja passa no caminho, a sua linha de envase e os tempos de etapa medidos nas suas próprias bateladas — e diz onde vai faltar.

Não capacidade excedida. Não falta brassagem. Falta tempo de tanque.

Quando um pedido começa a parecer urgente, a cerveja já precisava estar no tanque semanas atrás — três ou quatro semanas para uma ale simples, dois a três meses para uma lager que recebe o tempo dela. Esta é essa conversa, um ano antes de você ser obrigado a tê-la.

Leia a versão completa no diário

Três cervejeiros de avental olhando para cima, para um fermentador, um deles apontando

“O quadro branco está errado de novo.”

Estava certo na segunda.

O plano é publicado numa agenda que a sua equipe realmente lê — semana, mês, trimestre, filtrada por pessoa; no celular, cada um abre direto nas próprias tarefas. Mude uma brassagem de lugar na produção e o plano sabe que ela mudou, quem mudou e quando.

Há também um painel de parede, para a tela perto da porta — e na reunião da manhã a sua equipe move uma tarefa para Agora, Próximo ou Feito com um PIN. É o que o quadro branco vem tentando ser.

A equipe de uma cervejaria em volta de uma mesa enquanto dois deles repassam a semana num quadro branco

Reconhece a sua cervejaria em alguma dessas cenas? Estamos escolhendo doze para usar o BrewOS conosco desde o início — o que isso envolve. As inscrições fecham em 30 de novembro.


Uma coisa que pedimos

A receita.

Não só a lista de grãos — as rampas de mostura, a filtração do mosto, a fervura, o resfriamento, a fermentação. Os alvos pelos quais você realmente julgaria a cerveja.

Preencha uma vez, e o dia de brassagem mostra que a densidade pré-fervura ficou abaixo enquanto ainda dá para fazer alguma coisa — não na manhã seguinte, quando a cerveja já está no tanque. A adega avisa que a cerveja está atrás de onde a receita a previa. O planejador faz a conta de trás para frente por etapas cuja duração real ele conhece.

É o único ponto em que o BrewOS tem opinião.

Uma provadora respondendo no próprio celular, ao lado de dois copos codificados
Algo que estamos desenhando

Um apoio para os POPs.

Toda cervejaria sabe que deveria ter POPs. A maioria tem três, todos desatualizados.

Procedimentos Operacionais Padrão sem a página em branco — um esboço inicial, as referências publicadas ao lado e uma página única para a parede junto ao tanque.

Em desenho. Não construído, e sem data.


Por que existe

Eu não queria escrever software. Eu queria parar de tocar a cervejaria de memória.

As coisas que davam errado nunca eram dramáticas. Uma leitura que ficou no caderno de alguém em vez de ir para a batelada. Um tanque que eu tinha contado como livre. Duas pessoas que achavam, cada uma, que a outra ia fazer a brassagem de terça. Uma cerveja que eu tinha certeza de que tinha mudado, sem nada que provasse nem uma coisa nem outra.

Por baixo de todas havia a mesma coisa. A cervejaria funcionava com o que estava na minha cabeça, e o que está na sua cabeça não sobrevive a umas férias, a uma contratação nova ou a uma quinta-feira ruim.

Então comecei a escrever tudo direito. Não uma lista de grãos e um cronograma de lúpulo — o processo. As paradas, a filtração, o resfriamento, os alvos pelos quais você realmente julgaria a cerveja. Depois, quem faz o quê e quando. Depois, o que o plano faz quando a realidade muda, porque ela sempre muda.

Nada disso é novo. Cada regra do BrewOS é algo que bons mestres cervejeiros já fazem. O que eles têm e a maioria das cervejarias pequenas não tem é a disciplina escrita e ao alcance da mão — para que a prática pertença à cervejaria, e não a quem por acaso a carrega.

Essa é a ideia inteira. Parar de fazer assim porque sempre funcionou. Fazer assim porque você sabe por que funciona.


Pode entrar. A porta fica aberta até o fim de novembro.

Estamos escolhendo doze cervejarias para usar o BrewOS junto conosco. O preço com que você começa é o preço que você mantém, a configuração é feita com você em vez de entregue pronta, e você fala direto com o mestre cervejeiro em vez de entrar numa fila de chamados.

Inscrições até 30 de novembro